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Desperta e Acorda
tu que dormes.
Muitas pessoas estão hoje dormindo, sem se dar conta que este sono é maligno, pois não conseguem acordar, despertar para realidade do mundo que vivemos que o nosso adversário veio para matar, roubar e destruir, e Deus na sua sabedoria esta nos alertando para este fato, então quero nesta mensagem sacudir e abalar sua vida para que o Espírito de Deus possa te acordar de uma vez por todos e sair deste marasmo espiritual que nos encontramos. Ref. Bíblica: Efésios 5:14 Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará. Desenvolvimento: 1 ? Desperta e Acorda profetas de Deus - Juízes 5:12 Desperta, Débora, desperta, desperta, acorda, entoa um cântico; levanta-te, Baraque, e leva presos os que te prenderam, tu, filho de Abinoão. 2 ? Desperta e Acorda foi a suplica de Devi a Deus - Salmos 35:23 Acorda e desperta para me fazeres justiça, para a minha causa, Deus meu e Senhor meu. 3 ? Desperta e Acorda tu que adora imagem - Habacuque 2:19 Ai daquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas, no seu interior, não há fôlego nenhum. Conclusão: O Senhor nos chama para um novo avivamento dentro de sua Palavra que é o desperta e o acorda para as coisas que são de Deus, muito irmão estão dormindo um somo muito profundo não no Jardim de Deus mais sim no jardim do iminigo de nossas almas, por que o Senhor ele Desperta e Acorda, o Senhor estimular; O Senhor animar; O Senhor provocar; Aquele que esta dormindo, então você que estava dormindo em espírito e em verdade sinta o despertar do Espírito Santo de Deus nesta noite. Apêlo: Talvez você não saiba com despertar venha aqui na frente e aceite o Senhor Jesus com seu único libertador e salvador para poder despertar e acordar para um novo mundo venha sem demora que é hora de desperta e acorda para uma nova vida. E você que senti-se franco sem animo e muito triste venha também, pois o acorda é para um novo avivamento espiritual o Senhor quer ti usar em mistério e profecias para seu reino.
Por: luiz carlos
santos da silva
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quarta-feira, 6 de maio de 2020
DESPERTA E ACORDA TU QUE DORMES
O JEJUM
Acerca do Jejum
O jejum é a
abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito
específico. Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas,
nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo
medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a
desintoxicação que produz no corpo.
Mas nosso
enfoque é o jejum bíblico. Muitos cristãos hoje desconhecem o que a Bíblia diz
acerca do jejum. Ou receberam um ensino distorcido ou não receberam ensinamento
algum sobre este assunto.
Creio que a
Igreja de hoje vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor
algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases sobre ele. Penso que
Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem
dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.
Não há regras
fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo
pessoal. Mas a prática do jejum, além de ser recomendação bíblica, traz consigo
alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.
1) A BÍBLIA ORDENA O JEJUM ?
Não. No Velho
Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia de jejum
instituído: o do Dia da Expiação (Lv.23:27), que também ficou conhecido como
"o dia do jejum" (Jr.36:6) e ao qual Paulo se referiu como "o
jejum" (At.27:9). Mas em todo o Velho e Novo Testamento não há uma única
ordem acerca de jejuarmos.
Contudo,
apesar de não haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de
menções ao jejum. Fala não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o
fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta
de faze-lo.
Muitos
ensinadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem
específica para o jejum, então não devemos jejuar. Mas quando consideramos o
ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que
jejuássemos:
"Quando
jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram
o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que
eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça
e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu
Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará."
(Mt.6:16-18).
Embora Jesus
não esteja mandando jejuar, suas palavras revelam que ele esperava de nós esta
prática. Ele nos instruiu até na motivação correta que se deve ter ao jejuar. E
quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos mostrou
que tal prática produz resultados!
Algumas
pessoas dizem que se as epístolas não dizem nada sobre jejuar é porque não é
importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum. Isto é errado! Jesus
não veio ensinar os judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele veio instituir a
Nova Aliança, e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos
do reino de Deus.
Quando estava
para ser assunto ao céu, deu ordem aos seus apóstolos que ensinassem as pessoas
a guardar TUDO o que Ele tinha ordenado (Mt.28:20), inclusive o modo correto de
jejuar!
O próprio
Jesus praticou o jejum, e lemos em Atos que os líderes da Igreja também o
faziam. Registros históricos dos pais da igreja também revelam que o jejum
continuou sendo observado como prática dos crentes muito tempo depois dos
apóstolos. O jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de
forma equilibrada, dentro do ensino bíblico.
Embora o
próprio Senhor Jesus tenha jejuado por quarenta dias e quarenta noites no
deserto, e muitas vezes ficava sem comer (quer por falta de tempo ministrando
ao povo - Mc.6:31, quer por passar as noites só orando sem comer - Mc.6:46),
devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não observavam o jejum dos judeus
de seus dias (exceto o do dia da Expiação).
Era costume
dos fariseus jejuar dois dias por semana (Lc.18:12), mas Jesus e seus
discípulos não o faziam. Aliás chegaram a questionar Jesus acerca disto:
"Disseram-lhe
eles: Os discípulos de João e bem assim os fariseus freqüentemente jejuam e
fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse:
Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o
noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias,
sim, jejuarão." (Lc.5:33-35).
O Mestre
mostrou não ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse "tirado"
do convívio direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar.
Jesus não se referiu ao jejum somente para os dias entre sua morte e
ressurreição/reaparição aos discípulos (ao mencionar os dias que eles estariam
sem o noivo), e sim aos dias a partir de sua morte.
Contudo, Jesus
deixou bem claro que a prática do jejum nos moldes do que havia em seus dias
não era o que Deus esperava. A motivação estava errada, as pessoas jejuavam
para provar sua religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a faze-lo em
secreto, sem alarde.
Sabe, o jejum
pode ser uma prática vazia se não for feito de maneira correta. Isto aconteceu
nos dias do Velho Testamento, quando o povo começou a indagar:
"Por que
jejuamos nós, e não atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não
o levas em conta?" (Is.58:3a).
E a resposta
de Deus foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada:
"Eis que,
no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se
faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas e para
ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa
voz no alto." (Is.58:3b,4).
Por outro
lado, o versículo está inferindo que se observado de forma correta, Deus
atentaria para isto e a voz deles seria ouvida.
2) O PROPÓSITO DO JEJUM
Gosto de uma
afirmação de Kenneth Hagin acerca do jejum: "O jejum não muda a Deus. Ele
é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai
lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus".
O jejum não
tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado
diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações
da carne. O jejum deixará nosso espírito atento pois mortifica a carne e aflige
nossa alma.
Jesus
deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum:
"Ninguém
põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto
se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos."
(Mc.2:22).
O odre era um
recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada mas, com o
passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho, era o suco extraído da uva que
fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo,
era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na
hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre
novo.
Com essa
ilustração Jesus estava ensinado-nos que o vinho novo que Ele traria (o
Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do
vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de
"renovar" nosso corpo. A Escritura ensina que a carne milita contra o
espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um
processo de mortificação da carne.
Creio que o
propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais
suscetíveis ao Espírito Santo. Há outros benefícios que decorrerão disto, mas
esta é a essência do jejum.
Alguns acham
que o jejum é uma "varinha de condão" que resolve as coisas por si
mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. Quando jejuamos, não devemos crer
NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos
porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada
batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.
Por exemplo, a
fé é do espírito e não da carne; portanto, ao jejuar estamos removendo o
entulho da carne e liberando nossa fé para se expressar. Quando Jesus disse aos
discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt.17:21),
ele não limitou o problema somente a isto mas falou sobre a falta de fé
(Mt.17:19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de
libertação.
O jejum ajuda
a liberar a fé! O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz
e a autoridade de seu nome. O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé
para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que
nos foi delegada.
Mas apesar do
propósito central do jejum ser a mortificação da carne, vemos vários exemplos
bíblicos de outros motivos para tal prática:
a) No Velho Testamento encontramos
diferentes propósitos para o jejum:
Consagração – O voto do nazireado envolvia a
abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm.6:3,4);
Arrependimento de pecados – Samuel e o povo jejuando
em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (I Sm.7:6, Ne.9:11);
Luto – Davi jejua em expressão de dor pela morte de
Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (II Sm.1:12 e 3:35);
Aflições – Davi jejua em favor da criança que nascera
de Bate-Seba, que estava doente, à morte (II Sm.12:16-23); Josafá apregoou um
jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e
amonitas (II Cr.20:3);
Buscando Proteção – Esdras proclamou jejum junto ao
rio Ava, pedindo a proteção e benção de Deus sobre sua viagem (Ed.8:21-23);
Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei
(Et.4:16);
Em situações de enfermidade – Davi jejuava e orava
por outros que estavam enfermos (Sl.35:13);
Intercessão – Daniel orando por Jerusalém e seu povo
(Dn.9:3, 10:2,3)
b) Nos Evangelhos
Preparação para a Batalha Espiritual – Jesus
mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que
trazem um maior revestimento de autoridade (Mt.17:21);
Estar com o Senhor – Ana não saía do templo, orando e
jejuando freqüentemente (Lc.2:37);
Preparar-se para o Ministério – Jesus só começou seu
ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum
(prolongado) no deserto (Lc.4:1,2);
c) Em Atos dos
Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como:
Ministrar ao Senhor – Os líderes da igreja em
Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2);
Enviar ministérios – Na hora de impor as mãos e
enviar ministérios comissionados (At.13:3);
Estabelecer presbíteros – Além de impor as mãos com
jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de
governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado
nas ordenações de ministros (At.14:23).
d) Nas
Epístolas só encontramos menções de Paulo de ter jejuado (II Co.6:3-5;
11:23-27).
3) DIFERENTES FORMAS DE JEJUM
Há diferentes
formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:
a) Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é
praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster
totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta
forma de jejum no livro de Daniel:
"Naqueles
dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem
carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se
passaram as três semanas." (Dn.10:2,3).
O profeta
Daniel diz exatamente o quê ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável.
Provavelmente se restringiu à uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao
certo. O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente.
E embora tenha
escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se
à ela por três semanas. Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum
normal (Dn.9:3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim
deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação
tremenda.
Declarou-lhe
que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma
batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda
no regresso daquele anjo (v.20). Aqui aprendemos também sobre o poder que o
jejum tem nos momentos de guerra espiritual.
b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos mas com
ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto.
Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que
no relato do evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido
sede (e ele estava num deserto!):
"Jesus,
cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no
deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles
dias, ao fim dos quais teve fome." (Mt.4:2).
Denominamos
esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais
propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).
c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de
água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e
isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso
corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas
não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um
no Velho outro no Novo Testamento:
Ester, num
momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um
decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela:
"Vai,
ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não
comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas
servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei;
se perecer, pereci." (Et.4:16).
Paulo, na sua
conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que
recebera:
"Esteve
três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu."(At.9:9).
Não há
qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de
Moisés e Elias numa condição diferente que explicaremos adiante). A medicina
adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo.
Devemos cuidar do corpo ao jejuar e não agredi-lo; lembre-se de que estará
lutando contra sua carne (natureza e impulsos) e não contra o seu corpo.
4) A DURAÇÃO DO JEJUM
Quanto tempo
deve durar um jejum? A Bíblia não determina regras deste gênero, portanto cada
um é livre para escolher quando, como e quanto jejua.
Vemos vários
exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras:
1 dia - O jejum do Dia da Expiação
3 dias - O jejum de Ester (Et.4:16) e o de Paulo
(At.9:9);
7 dias - Jejum por luto pela morte de Saul (I
Sm.31:13);
14 dias - Jejum involuntário de Paulo e os que com
ele estavam no navio (At.27:33);
21 dias - O jejum de Daniel em favor de Jerusalém
(Dn.10:3);
40 dias - O jejum do Senhor Jesus no deserto
(Lc.4:1,2);
OBS: A Bíblia
fala de Moisés (Ex.34:28) e Elias (I Re.19:8) jejuando períodos de quarenta
dias. Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural
de Deus. Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível.
Mas ele foi
envolvido pela glória divina. O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na
força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou
com um belo "depósito", uma comida celestial. Jesus, porém, fez um
jejum normal com esta duração.
Muitas pessoas
erram ao fazer votos ligados à duração do jejum... Não aconselho ninguém fazer
um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará "preso" no
caso de algo fugir ao seu controle. Siga o conselho bíblico:
"Quando a
Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de
tolos. Cumpre o voto que fazes.
Melhor é que
não votes do que votes e não cumpras". (Ec.5:4,5).
É importante
que haja uma intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas não
transforme isto em voto. Já intentei jejuns prolongados e no meio do caminho
fui forçado a interromper. Mas também já comecei jejuns sem a intenção de
prolongá-lo e, no entanto, isto acabou acontecendo mesmo sem ter feito os
planos para isto.
5) O JEJUM PROLONGADO
Há algo
especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus (as
Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto –
Lc.4:1). Conheço irmãos que tem jejuado por trinta e até quarenta dias, embora
eu, pessoalmente, não tenha feito um jejum tão longo. Cada um deles confirma
ter recebido de Deus uma direção para tal.
Vale ressaltar
também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso
corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada,
e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias). Procure orientação e
acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir a um jejum deste gênero. Há muita
instrução na forma de literatura que também pode ser adquirida.
6) PODEMOS FALAR QUE ESTAMOS JEJUANDO ?
Algumas
pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança
dos fariseus, tocam trombeta diante de si. Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o
exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para
atestar sua espiritualidade.
Ele não
proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando
isto ao contar o jejum que Jesus fez... Como souberam que Cristo (que estava
sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele
contou! Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua
experiência com os seus discípulos.
terça-feira, 14 de abril de 2020
MALDIÇÃO HEREDITÁRIA
Maldição Hereditária
O que é maldição? Vejamos:
1)Dicionário Aurélio:
"Ato ou efeito de amaldiçoar ou maldizer". Maldizer: "praguejar
contra; amaldiçoar". Maldito: "Diz-se daquele ou daquilo a que se
lançou maldição".
2) Dicionário
Teológico: "Praga que se arroga a alguém. Locuções previamente formadas
encerrando desgraças e insucessos".
3) Bíblia Online:
"Chamamento de mal, sofrimento ou desgraça sobre alguém (Gn 27.12; Rm
3.14). Os que quebram a Lei estão debaixo de maldição. Cristo nos salvou dessa
maldição, fazendo-se maldição por nós (Gl 3.10-13)".
Difícil é conciliar a
"Teologia da Maldição Hereditária" com a Palavra. Os que defendem a
existência de crentes amaldiçoados por maldições provindas de antepassados,
admitem que é possível estarmos de posse de uma herança maldita, por nós
desconhecida, e difícil de ser detectada no tempo e no espaço. O remédio seria
QUEBRAR, ANULAR, AMARRAR, REPREENDER essa maldição. Feito isso, o crente ou não
crente estaria leve, liberto e livre de todo peso. Nem ele nem os seus
descendentes sofreriam mais os danos desse mal.
A maldição hereditária – segundo os que a defendem – surge
em decorrência de um trabalho de feitiçaria ou de qualquer outra ação maligna
lançada contra outra pessoa (a vítima). Uma pessoa em sofrimento pode ter sido
consagrada, antes ou depois do seu nascimento, às entidades demoníacas. Uma
palavra má pode ter sido lançada sobre a vida de uma família, que nunca
prosperará e será vítima de enfermidades e angústias.
As pessoas sem temor
a Deus, sem vida em Cristo, sem vida no altar, estão sujeitas a problemas muito
maiores do que esses, pois estão condenadas à morte eterna. Sem Cristo a
maldição nunca acaba Vejamos quais as promessas para os que aceitarem a
salvação que há em Cristo Jesus:
"Portanto, agora
nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo
a carne, mas segundo o Espírito" (Romanos 8.1). Poderia ocorrer o caso de
os salvos em Cristo carregarem, ainda, maldições herdadas?
"Portanto, se
alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, tudo se
fez novo" (2 Coríntios 5.17). Ocorreria uma situação em que o NOVO
carrega, ainda, coisas velhas?
"Em verdade, em
verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem
a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a
vida" (João 5.24). Dar-se-ia o caso de alguém entrar no céu, carregando
maldições?
"Mas se andarmos
na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus,
seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7). A maldição lançada
contra os salvos seria mais eficaz do que o sangue de Jesus? Mais poderoso não
é Aquele que está em nós?
"Cristo nos
resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós" (Gálatas 3.13).
Jesus tomou sobre si nossas maldições, e carregou nossos pecados.
"Se, pois, o
Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). Dar-se-ia
o caso de o crente ficar livre das correntes do pecado, mas permanecer
amarrado, ainda, às maldições resultantes de pecados cometidos por seus
antepassados?
"Ele mesmo levou
em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os
pecados, pudéssemos viver para a justiça. Pelas suas feridas fostes
sarados" (1 Pedro 2.24). "Cristo nos resgatou da maldição da lei,
fazendo-se maldição por nós" (Gálatas 3.13). Morremos para o mundo e para
o pecado, mas não teríamos morrido para possíveis maldições sobre nós lançadas?
A cruz nos salvou da maldição da lei, mas o sangue de Jesus teria sido
impotente para nos livrar de maldições hereditárias?
Fica difícil de
imaginar que uma pessoa beneficiária de tantas bênçãos possa carregar sobre si
o fardo das maldições. A solução para livrar-se delas é aceitar a salvação que
há em Cristo Jesus. As maldições não alcançarão os justos, porque os muros de
nossa fortaleza espiritual estão íntegros, sabendo-se que "a maldição sem
causa não virá" (Provérbios 26.2). Aos que se julgam debaixo de maldição,
Jesus faz um convite e uma promessa: "Vinde a mim todos os que estais
cansados e oprimidos e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28).
MATERIALISMO
Materialismo: O
Amor ao Mundo e ao Que no Mundo Há
O apego aos bens
materiais é uma maldição na vida de muitos cristãos.
Estou
convencido que a maioria dos cristãos tem um conceito errado a respeito de
Satanás. Eles o vêem no mesmo contexto como as pessoas nos tempos medievais -
uma criatura horrenda com patas, chifres e que passa o tempo inteiro lançando
carvão na fornalhas do inferno. Essa imagem mental, porém, não é coerente com o
que a Bíblia diz sobre Satanás. Na verdade, o apóstolo Paulo diz que Satanás e
seus ministros se transformam em anjos de luz e ministros da justiça:
"E
não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é
muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o
fim dos quais será conforme as suas obras."
Há um velho
adágio que diz: "Você pode pegar mais moscas com mel do que com
vinagre". A principal tática de Satanás é instigar as pessoas, não
aterrorizá-las. Ele agiu assim no Jardim do Éden, quando manipulou Eva e a
levou a violar uma das proibições de Deus. Ele apelou aos sentidos dela e a
convenceu que comer do fruto proibido seria a coisa lógica a fazer! Sim, o
papel principal de Satanás é de um tentador e vemos isso vividamente
demonstrado em sua interação com o Senhor Jesus Cristo durante a experiência no
deserto.
"Então
foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E,
tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; e, chegando-se
a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se
tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão
viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o
transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe:
Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos
seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca
tropeces em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o
Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e
mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto
te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás,
porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o
diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam." [Mateus 4:1-11]
A palavra
grega traduzida como "tentar", "tentado", ou
"tentador" é peirazo, item
3985 na Concordância de Strong, que deriva do item 3984 (peira); testar (objeto); isto é, instigar, disciplinar,
examinar, provar, testar, etc.
Acredito
que a diferença entre "teste" e "tentação" é determinada
pela vontade soberana de Deus. Tiago 1:13 diz que Deus não tenta ninguém e não
é tentado pelo mal, mas certamente permite que seus filhos sejam tentados por
Satanás, como um teste. O próprio Jesus, o filho amado de Deus, foi tentado por
Satanás no deserto. O Senhor estava em jejum há quarenta dias e quarenta
noites, de modo que seu estado físico estava muito debilitado. Sua fome era
intensa e a tentação para provar que ele era o Messias de Israel operando um
milagre e transformando as pedras em pães para se alimentar era nada menos que
diabólica. Mas o Senhor enfrentou a tentação citando as Escrituras e passou no
teste. O Diabo, porém, não se deixa dissuadir facilmente e atacou novamente de
outro modo, tentando o Senhor a provar suas credenciais operando outro milagre
- lançando-se de um lugar muito alto e pedindo o socorro dos anjos. Novamente,
a tentação foi respondida com as Escrituras e ele passou no teste. Então, em
desespero, Satanás fez sua melhor oferta e tentou o Senhor a evitar a morte na
cruz oferecendo-lhe os "reinos do mundo e a glória deles". Veja, essa
não foi uma vanglória da parte de Satanás.
A Bíblia
nos diz que Satanás é o "deus deste século" [2 Coríntios 4:4] e
recebeu a permissão de ter um certo controle sobre ele. No entanto, o Senhor
também passou nessa prova final citando as Escrituras e depois ordenou que o
diabo se retirasse. Em seguida, os anjos vieram e o serviram em suas
necessidades. A tentação foi legítima? Certamente que sim, por causa da
humanidade do Senhor! Sua deidade não poderia ser tentada a pecar, mas em sua
humanidade "... como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado."
[Hebreus 4:15]. Assim, sempre que formos confrontados por uma tentação,
precisamos responder tomando refúgio na Palavra de Deus e recusar ceder a ela.
Quando a
maioria de nós separa tempo para considerar o assunto da tentação, em geral
nossa mente enfoca imediatamente os aspectos mais negativos. A imagem que vem à
mente é geralmente a de Satanás sussurrando de forma sedutora em nossos ouvidos
para nos convencer a cometer algum pecado grave, como mentir, trair, roubar,
praticar imoralidade sexual, etc., ou até assassinato, mas a maioria dos
cristãos maduros tem pouca dificuldade em resistir a essas coisas. Assim, quais
táticas, ou "astutas ciladas" [Efésios 6:11] o Diabo usa contra
aqueles que estão revestidos com a armadura de Deus [Efésios 6:13]? Para responder
a essa questão, permita-me fazer outra. Você considera a idolatria um pecado
"grave" - adorar algo ou alguém mais do que o Senhor Jesus
Cristo? Acho que a maioria de nós concorda rapidamente que esse pecado em
particular é bem grave! No entanto, quantos entre nós percebem que
freqüentemente incorremos nesse pecado? Destaquei o verbo "adorar"
por que estou convencido que, a julgar por suas ações, muitos cristãos não
compreendem completamente o significado dele. Adorar é reconhecer ativamente o
valor supremo do objeto da adoração. Quando permitimos que algo ocupe uma
posição mais elevada de valor em nossas vidas do que Jesus Cristo,
imediatamente nos tornamos culpados do pecado da idolatria. Preciso lembrá-lo
que sob a Lei do Antigo Testamento, esse pecado era passível de morte?
Quanto
tempo essa transferência de total fidelidade precisa durar para se tornar
pecado? O mesmo tempo que levou para Eva morrer espiritualmente após comer do
fruto proibido! Ocorre de forma instantânea. "Mas, e se eu não perceber
que aconteceu?" Ah! Essa é a área do engano em que o Diabo mais se
sobressai. Veja, nossa natureza caída e depravada gosta do pecado tanto quanto
os meninos gostam de brincar com o barro e tudo o que Satanás precisa fazer é
nos manter "satisfeitos, sentindo bem". Somos criaturas que buscam a
gratificação constantemente e, se você duvida disso, na próxima vez que estiver
com muita fome pergunte a si mesmo: "Quero algo apenas para matar minha
fome, ou algo que seja realmente gostoso?" Um sanduíche duplo e um copo de
suco seriam suficientes, mas uma suculenta costela de boi assada seria muito
melhor. Certo? Amados, para alguns de nós, essa costela de boi assada
freqüentemente se torna um ídolo! Muitos de nós colocam a comida na frente de
Cristo nas manhãs de domingo quando não vemos a hora que o pregador termine e
diga "Amém", para que possamos ir para casa, tirar os sapatos dos pés
e sentar comodamente em uma poltrona para assistir o jogo de futebol pela
televisão. Se alguém que professasse adoração o tratasse dessa maneira, como
você se sentiria?
O objetivo
de um "serviço de adoração" é, e sempre foi, honrar a Deus e
expressar nossa gratidão e devoção, reconhecendo que ele é infinitamente digno.
A adoração deve ser um tempo de foco total no nosso Criador e Salvador - uma
entrega a ele do nosso tempo, dos nossos talentos e da nossa fazenda. Deve ser
um tempo de lembrança com oração e louvor. Em outras palavras, o propósito da
adoração é dirigir nossos pensamentos espirituais e energias a Deus, sem
colocar a ênfase em nós mesmos. No entanto, muitos vão à igreja com essa
atitude? Parece que muitos estão em busca do entretenimento - querem receber
algo em compensação pelo sacrifício de tempo que estão fazendo. Se o pregador
não despertar suas emoções com uma boa oratória do púlpito, eles saem como se
tivessem sido enganados. Logicamente, o pastor deve fazer todos os esforços
para nutrir as ovelhas de Deus com a Palavra de Deus, mas muitas vezes a boa
comida requer bons dentes! Ela precisaria ser bem mastigada e digerida para
então oferecer seu valor nutricional. Freqüentemente, esse é um prato que não
está entre nossos favoritos, mas é bom para nós e precisamos ingerir uma
quantidade apropriada dele para permanecermos saudáveis. Os cristãos maduros
compreendem isso, mas até mesmo eles são culpados de "pôr o carro na
frente dos bois", deixando de adorar de verdade, pois conscientemente ou
não, estão esperando receber, e não dar. Essa mudança de ênfase - normalmente
muito sutil e não facilmente perceptível - coloca o velho homem na frente de
Cristo e torna-se um ídolo para nós. Nosso Deus é ciumento [Êxodo 20:5,34;
Deuteronômio 4:24, 5:9; 6:15; Josué 24:19] e exige 100% de nosso amor e
devoção. Isso significa que o velho homem e Cristo são mutuamente exclusivos,
pois ambos não podem coexistir ao mesmo tempo. Assim, quando o diabo tenta
espertamente manipular a adoração colocando a ênfase na nossa carne - nossos
desejos, nossas necessidades, nossas emoções - provavelmente sairemos com um
senso de satisfação espiritual e talvez até alegria - mas o ponto real é que
estivemos adorando ao ídolo do eu, e não a Cristo! Isso é demonstrado por um
número incontável de cristãos que são culpados da idolatria no que se refere ao
seu pastor. Eles gostam tanto do seu pastor que ninguém mais serviria para
pregar para eles, e eles nem mesmo vão à igreja se souberem que o pastor está
doente, em férias, ou se viajou para pregar em uma conferência evangelística em
outra igreja. Para quem, afinal, eles estão oferecendo sua adoração?
A música e
o canto vocal no serviço de adoração é outro caso em vista. Nos últimos cem
anos houve um contínuo declínio na qualidade - tanto que a música usada na
vasta maioria dos serviços de "adoração e louvor" é virtualmente
indistinguível da música qua agrada às massas mundanas. Música de discoteca
continua sendo música de discoteca, mesmo se tiver uma letra
"espiritual" insípida adicionada a ela. Você acha realmente que Deus
se sente honrado quando lhe oferecemos esse lixo? Se você não consegue distinguir
a diferença entre um "Castelo Forte É Nosso Deus" e a última melodia
com arranjos eletrônicos que o diretor do coro coloca para tocar, então as
coisas estão realmente ruins! Lembre-se que o objetivo da música deve ser uma
oferta a Deus e qualquer coisa que não seja o melhor não é aceitável. Não faz
diferença se você ficou extasiado e sentiu-se arrebatado pelo apelo da música,
o melhor que pode ser dito a respeito de grande parte dessa música é que ela
meramente satisfaz a carne. "Considera o que
digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo" [2 Timóteo 2:7]
Sim,
Satanás (a serpente) é mais astuto que "qualquer alimária do campo que o
SENHOR Deus tinha feito" [Gênesis 3:1] e a facilidade com que consegue nos
desviar do rumo correto é fenomenal, para dizer o mínimo. Nossa natureza caída
faz com que sejamos um alvo perfeito, de modo que precisamos manter uma
vigilância constante. Ganhar dinheiro e comprar as coisas necessárias é um fato
universal da vida, mas nunca devemos permitir que essas "coisas" se
transformem no foco da nossa existência. O materialismo tornou-se um ídolo para
um número muito grande de pessoas que professam a Cristo e uma passagem soberba
das Escrituras em 1 João fala sobre esse problema:
"Não ameis o mundo,
nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele."
[1 João 2:15;
ênfase adicionada]
Nesse
contexto, "mundo" significa o sistema mundial organizado do planeta
Terra - os governos, filosofias, estilos de vida, etc. - formando assim o termo
bíblico "mundanismo", o oposto espiritual da piedade. Para um cristão
genuíno, ser mundano é estar terrivelmente desviado e praticando idolatria
espiritual! O indivíduo que verdadeiramente ama o mundo - independente se
professa ou não fé em Cristo - manifesta por esse amor ilícito que está vazio
do Espírito Santo de Deus. "O amor do Pai não está nele." À medida
que este mundo sai fora de controle e o hedonismo se torna cada vez mais a
filosofia das massas incrédulas, exortamos o povo de Deus que desperte e
"saia do meio deles" [2 Coríntios 6:17]
Exatamente
como um bebê pode ser levado a buscar os brinquedos reluzentes e os doces,
Satanás está empregando todos os truques em seu arsenal para capturar e manter
a atenção dos homens. Levá-los à imoralidade ou até mesmo aos pecados menores
da carne não é realmente necessário. Para atender seu objetivo, basta mantê-los
tão preocupados com a vida que negligenciem Jesus Cristo. Nossa sociedade
tornou-se tão frenética que freqüentemente nos encontramos vivendo em um ritmo
alucinante. Apresse-se, corra, vamos, faça isto, faça aquilo, até que ficamos
totalmente exaustos e não temos tempo para descansar, meditar na Palavra de
Deus e orar. A nova casa, o carro, o barco, o aparelho de televisão com tela
grande, a piscina, os apetrechos para a pesca, para o jogo de tênis, etc., não
são baratos e precisam ser comprados para que sejamos "bem-sucedidos"
aos olhos dos nossos pares. Aqueles que vão à igreja estão geralmente tão
cansados que mal conseguem ficar acordados durante o serviço e acabam se distraindo
e aproveitam pouco da mensagem. Se você perguntar, provavelmente eles negarão
qualquer motivo pecaminoso da sua parte - mas são tão culpados da idolatria
como se tivessem se prostrado diante de uma deidade pagã. "As coisas"
obtiveram de forma lenta e segura um lugar maior do que deveria em suas vidas e
tudo o mais está congestionado. Isto de alguma forma descreve também sua vida?
Em caso afirmativo, arrependa-se, peça o perdão do Senhor e faça um esforço
consciente de manter sua atenção focada nele. Somente ele é digno da nossa
adoração e não podemos permitir que o Diabo nos distraia.
DÍZIMOS E OFERTAS
DÍZIMOS E OFERTAS
Malaquias 3:10 - Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.
Não quero entrar no mérito da questão de explicar o que é dízimo e ofertas, só quero falar sobre o que motiva as pessoas sobre este assunto
Qual a motivação certa que devemos ter na hora de dizimar e ofertar?
Tem gente que até procura na internet sites ou blog sobre dízimos, esperando ouvir algo que convém, porque acham que isso não vale mais, não está em vigor, é pretexto para as igrejas se fortalecerem financeiramente
Antes de dizer através da palavra de Deus, à luz da Bíblia Sagrada, qual a maneira certa que Deus exige de nós em relação a dizimos e ofertas, vamos analisar as motivações erradas e certas
Motivação errada: quando dizimamos pensando em lucros, ou seja, só para dar um exemplo: o cara pensa - vou dizimar meus 10% de 1000 reais que seria 100 reais e depois Deus vai me abençoar, vai dar um jeito de aumentar minha renda, vai multiplicar, vai me dar 1000 reais.
Isso não vai dar certo, dizimo não é investimento financeiro, não é aposta, não é jogo da sorte onde as pessoas só pensam no lucro, não é barganha, não é base de troca, não é caderneta de poupança.
Dizer que vai dar o dizimo para ser abençoado, buscar a benção, fazer isso para ganhar aquilo, é puro egoismo, tudo para seu próprio deleite. Isto não é fidelidade, isto é ganância!
Motivação errada: quando não dizimamos pensando em prejuízo, o cara pensa: acho que não vai dar, estou devendo em tantos lugares, se eu dizimar não vou pagar quase ninguém, não é justo, vou ser caloteiro, que testemunho vou dar, dando dizimo para a igreja e não pagando ninguém.
Outros até dizem que dizimo antigamente no Velho Testamento era referente a alimentos, porque agora tem que ser dinheiro?
Naquela época havia pouco dinheiro, quase tudo era feito na base do escambo (troca de mercadorias). Hoje em dia, não se paga contas com alimento
Dizimo não pode gerar prejuízos, nunca vai gerar, se você deve pra muita gente é problema seu, porque gastou alem do que ganha, não é culpa do dizimo.
O máximo que se pode fazer é pedir estratégias para Deus em oração para administrar bem suas dividas e procurar se acertar com seus credores.
Esta deve ser a motivação correta do seu coração na hora de pagar o que for justo, pode talvez fazer Deus mudar a sua sorte. Tente, novamente
Motivação certa: quando você entende sobre dizimo da maneira bíblica, o mais certo e o mais correto; dizimo é sobre aquilo que Deus já te deu através da benção de seu trabalho, não tem como obter lucro e nem prejuízo...
É o que Deus pensou, uma forma de compartilhar benção, em usar seu povo para abençoar o próprio povo, é somente com a finalidade de abençoar SEU POVO através da igreja local, provendo recursos, e fazer com que seus membros estejam unidos em um só objetivo comum, viver do evangelho e distribui-lo ao maior numero de pessoas possíveis e instruí- los a serem discípulos.
"Dizimo você não dá, Dízimo você devolve"
Deus é o dono da prata e do ouro, criador de tudo que existe, a terra, os céus e tudo que existe pertence ao Senhor, tudo que foi criado por Ele, pertence a Ele, enfim, você é criação de Deus, sua família é de Deus, teu trabalho é de Deus, o teu dinheiro é de Deus, o mundo que você vive é de Deus, veja o que a Bíblia diz sobre isso:
[Salmo de Davi] Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. (Salmos 24:1)
Os 10% que ele pede do teu salario, do teu trabalho, ou seja, de tudo que ele já proveu, é algo que você já recebeu, já está em suas mãos, é só para ajudar na obra Dele, é para que haja mantimento da palavra na igreja, para que você ajude com os custos da pregação do evangelho, da manutenção da Igreja referente ao aluguel, água e luz, salário ou ajuda de custo dos líderes, programas sociais ou projetos missionários.
Esse é o minimo que Deus pede que você devolva, é a sua parcela de colaboração justa, sua forma de cooperar com o reino de Deus, Deus só quer a sua devolução, para ajudar financeiramente em espalhar a boa noticia, investir 10% da sua renda no reino de Deus
Não se pode pensar, nem em lucro e nem em prejuízo, porque você não está dando nada, você está apenas devolvendo o que Ele já te deu, agindo assim você já é duplamente abençoado.
O dizimo é para abençoar justamente o povo de Deus, e se você faz parte do povo de Deus, também será abençoado por agir na fé, por dar de coração, muito melhor dar por gratidão e alegria, reconhecendo a soberania de Deus sobre sua vida e reconhecendo que Deus abençoa seu povo com todas as bençãos espirituais
O derramar das bençãos espirituais não são necessariamente financeiras, é muito além disso, da parte de Deus virá sobre você dizimista, bençãos na forma de paz no coração, alegria, livramento de perigos que você nem percebe, conhecimento da sua palavra e consciência tranquila certo de que você está fazendo a vontade de Deus e será feliz e abençoado, entendendo isso já é o suficiente
Agora tudo tem que haver alegria no coração, Deus prefere as portas da igreja fechada se não houver pessoas dentro dela o adorando com alegria no coração, sem fingimento, mas com alegria de poder ser abençoado no meio do povo de Deus, a palavra de Deus só tem bençãos p/ nós, se não negarmos as coisas principais em primeiro plano
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas. (Mateus 23:23)
Os fariseus devolviam os dizimos de tudo, mas negavam o principal, o amor ao próximo, de nada adianta dizimar e negar o principal, fazendo tudo isso as benção acompanharão os que creem e obedecem
A igreja não é lugar para irmos como se fosse hábito, rotina, muitos vão por obrigação, por estar com a consciencia pesada, com temor de Deus em relação a pesar a mão , porque somos pecadores. Nada disso, Deus é bom, Ele só quer o bem e quer que seu povo tenha o pleno conhecimento da sua palavra: A VERDADE
Então entende de uma vez por todas que dizimo não é para obter lucro e nem ficar no prejuízo, é obediencia na medida certa, porque Deus já te abençou com o suor do seu trabalho, já de deu a sua provisão, continua dando todos os meses a sua provisão, ALÉM DISSO PROTEÇÃO e direção, SE OBEDECERMOS EM TUDO, pelo menos se tiver tão dificil obedecer, pelo menos tente 99% em todas as áreas
Dizime por obediencia, assim voce vai deixar Deus feliz, faça por amor, por gratidão, por temor e respeito pela sua palavra, nem mais nem menos , mas na medida exata da sua fé, entenda o que é dizimo
Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Malaquias 3:8
Quando Deus diz que estamos lhe roubando, é porque ele sabe quando retemos o dizimo, de fato não estamos devolvendo, estamos usufruindo daquilo que era para ser devolvido e não consumido para os nosso deleites, estamos tomando posse do que era Dele, isto é roubo, mexer no que pertence a outro, era para ser compartilhado com os irmãos da fé, espalhados por toda parte através da sua igreja
Agora dar oferta é diferente, é mais fácil dar, é quanto voce pode, quanto determinou no seu coração, se voce tem algo para ofertar tudo bem, se não tiver nada, tudo bem também, Deus fica feliz da mesma maneira.
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. (2 Coríntios 9:7)
De suas ofertas conforme determinou no seu coração, também com alegria não com tristeza, nem constrangimento, a oferta é a coisa mais fácil de fazer, até mesmo como vemos um mendigo na rua, ficamos compadecido e se tivermos moedas no bolsa, nem pensamos 2 vezes, muito mais fácil de dar
Mas infelizmente o bolso das pessoas é o ultimo que se converte ao Senhor, podemos converter a lingua, para de falar palavrões, fofocas, converter os passo, andar longe das más companhias e lugares seguros, converter as mãos, parar de receber suborno e só fazer trabalhos honestos, converter os olhos e parar de cobiçar, isto se consegue primeiro do que o bolso, com muita gente é assim, é sempre o bolso que fica para o final, como ele é teimoso e duvidoso
Enfim, o evangelho se espalhou pelo mundo e não tem limites, mas infelizmente tem muitas igrejas que estão com a visão voltada mais para a estrutura do que pela salvação das almas, se tornando ricas e abastadas, aí é que mora o perigo, quanto mais dinheiro mais distantes de Deus
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.
(Mateus 6:24)
Estas igrejas crescem e atraem o povo pelos milagres, curas, bençãos e forte ANÚNCIO de prosperidade financeira, buscam a midia e a televisão a qualquer custo, ali muitos cristãos se tornarão membros consumidores, vão manter a obra, mas dificilmente serão discípulos, estão criando uma nova categoria de cristãos, frequentadores de um império religioso gigantesco
São igrejas que em pouco tempo se tornam ricas, inchadas com membros sem qualidade, afinal o que importa é quantidade, quanto mais gente envolvida mais dinheiro.
E Jesus disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)
O IDE e pregar o evangelho não pode ficar em segundo plano, a missão da igreja é acolher pessoas, formar e instruir como discípulos e enviá-los lá fora onde os pecadores estão, está é a síntese do evangelho
Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros. (Marcos 9:50)
Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. (Mateus 5:13)
O que adiante ser sal dentro do saleiro, o saleiro ( a igreja) é agitado, com louvor adoração, vigilia, o sal (Jesus compara os cristãos com este produto) mas eles precisam sair do saleiro (a igreja) e agir lá fora, salgar, para dar sabor as pessoas, para dar vida, para torná-las úteis, tirá-las da margem da sociedade e reabilita-las.
Quem precisa ser ajudado: os que estão excluidos, os órfãos e os necessitados, se não fizer isso não servirão para nada, serão meros membros da igreja, ouvintes e não praticantes, transformando ela em uma rotina cansativa, um clube social fechado, um saleiro bem fechado e sem uso, só ocupa espaço na sociedade
Estruturas de igrejas, grandes edificios, bancos confortáveis, luzes, luxo exagerado, campanhas milagrosas, não se impressione com isso, tudo isso não gera conversão genuína, igrejas ricas e abastadas tem a tendencia de perder o foco - Jesus falou sobre uma igreja deste porte, que tinha membros sem amor pelas obras, sem fervor no coração para pregar o evangelho
Apocalipse 3:15-17 diz: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
O evangelho antes de tudo é simplicidade, é formar adoradores de verdade, é amor em ação e prática, é humildade e fraternidade, uns ajudando os outros, sem forte apelo exagerado à atual prosperidade financeira divulgada constantemente pela midia televisiva que gera duvidas e desconforto para muita gente sincera
Bom, o assunto é extenso, mas paro por aqui, fazendo a minha parte, conheça a palavra, conheça a verdade que liberta, medite na biblia e não seja enganado, não deixem que explorem o desespero do povo, a fé e a ignorancia de muitas pessoas humildes, erga um clamor, orem pela misericordia de Deus, orem para que os lideres espirituais se convertam novamente, para que o povo não seja destruido, porque ainda está faltando entendimento
O povo de Deus está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento (Oséias 4:6)
Ajudem a divulgar corretamente a simples, humilde e eficaz palavra de Deus
A benção de Deus não pode ser vendida, não pode ser negociada, é de graça
Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai. (Mateus 10:8)
Faça a sua parte, dizime e oferte corretamente, não negue o amor ao proximo, pratique a verdade, de testemunho pela sabedoria, prudencia e disciplina, foque sua vida no principal: Deus acima de todas as coisas, viva com Jesus no coração e se torne a igreja verdadeira - templo do Espirito Santo
Eu torço para que voce seja de fato, usado por Deus, separado para ser santo e não enganado e pisado pelos homens astutos e enganosos
Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. (Gálatas 6:7)
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MASTURBAÇÃO À LUZ DA BÍBLIA
Masturbação à luz da
Bíblia
Vivemos em uma era de liberdade de expressão e de um
estilo "livre" de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas
músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em
Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: "E Deus os abençoou e Deus lhes disse:
Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre
os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move
sobre a terra", ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus
uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela,
enchesse a terra (Gn 2:18).
Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais
aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se
um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância,
de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de
"normal" (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal,
filhos drogados é normal, você tem que aceitar...), porque não devemos ensinar
nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?
Vamos falar de
áreas cinzentas da moralidade
Ao considerar as questões sexuais que não estão
especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências
pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.
Nossos
pensamentos
A batalha pela pureza sexual sempre começa na mente.
Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa mente
com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos crentes
tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos.
O pecado sexual declarado é concebido na mente,
desenvolvido em várias experiências pré-sexuais, e finalmente torna-se
realidade, quando a oportunidade aparece. Não somente a imoralidade resultante
é pecado – os pensamentos impuros também são pecados. As palavras de Jesus, no
Sermão da Montanha, são freqüentemente citadas a este respeito: "Ouvistes
o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar
para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com
ela" (Mt 5:27,28). Não se confunda, a ponto de dizer: "Visto que já
pequei em meu coração, posso também pecar com o corpo". Estes pecados não
são os mesmos! Um é o pecado da mente, e em pensamento apenas uma pessoa peca.
O outro é um pecado da mente e do corpo, e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na
mente, não há união física. Com o corpo, os dois chegam a se conhecer um ao
outro de maneira irreversível. Note que, em Mt 5:28, Jesus menciona não apenas
olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica um desejo ativo, imaginando uma
união ou contato sexual.
Paulo diz que o crente de espírito controlado, na
batalha espiritual, está "levando cativo todo pensamento à obediência a
Cristo" (II Co 10:5). E Pedro diz: "Cingindo os lombos do vosso
entendimento, sede sóbrios... não vos conformeis às concupscências que antes
tínheis na vossa ignorância" (I Pe 1:13,14). Não podemos impedir todo
pensamento impuro de entrar na mente, porém somos realmente capazes de
controlar os pensamentos que permanecem e se desenvolvem.
Nossos olhos
O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a
maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a
"candeia do corpo" (Mt 6:22,23) e que se os "olhos forem
maus", o corpo "será tenebroso". Esta verdade descreve mais do
que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente.
O apóstolo João adverte contra a "concupiscência
dos olhos" (I Jo 2:16). Salomão escreveu: "Dirijam-se os teus olhos
para a frente e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti. Pondera a
vereda de teus pés, e serão seguros todos os teus caminhos" (Pv 4:25,26).
Salomão também diz: "Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus
olhos nos meus caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito
é a aventureira" (Pv 23:26,27).
Devemos nos afastar da pornografia que vem sendo
despejada em nosso caminho, lembre-se: "os olhos são a candeia do
corpo". Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser
tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.
Masturbação é
pecado?
A maioria dos não-crentes e também muitos crentes
crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham
que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um
substituto psicológico total para as relações sexuais normais.
A muitos mitos sobre a masturbação, em escritos
católicos e protestantes antigos, a este respeito. Alguns destes mitos são que
a masturbação causa danos físicos, que destruirá a habilidade sexual no
casamento ou que causará distúrbios emocionais. Estes mitos eram basicamente
táticas para amedrontar e tinham pouca base em fatos.
Não há passagem específica na Escritura que fale
diretamente da questão da masturbação. Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10
e I Co 6:9-10. Concordo com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens
não falam de masturbação.
Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe
permitirão decidir se a masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes
observações:
1. Vejamos à definição de lascívia e
luxúria: "Gratificação dos sentidos u indulgência para com o apetite;
dedicado aos ou preocupado com os sentidos" e "desejo sexual
intenso". A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja
Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?
2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: " Eu,
porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em
seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Quando uma pessoa
pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo
Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas
sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente
permanecer pura?
3. Em seguida, reflita sobre a
santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a
masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são
atribuídas ao casamento. É um substituto
do ato verdadeiro – uma farsa, uma falsificação, um dolo.
4. A masturbação é também totalmente
egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência.
Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo:
"Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a
vontade da carne e dos pensamentos" (Ef 2:3).
5. Finalmente, a masturbação pode
nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência
carnal, ela peca. "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal,
para obedecerdes às suas concupiscências" (Rm 6:12). Paulo também diz:
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as
coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas"
(I Co 6:12). Você é escravo da masturbação?
Reflita sobre os cinco enunciados acima, para
determinar se, para você, a masturbação é pecado.
Liberte-se!
O impulso sexual é uma parte normal, dada por Deus, de
qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de
Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus tenciona para nós.
Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de
maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os
relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação.
A masturbação é um problema comum. Não devemos ter
medo de conversar sobre ela nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e
mulheres acham que é um hábito igualmente opressivo, e buscam ajuda para a
superação do problema. Compaixão, e não condenação, deve ser nossa resposta.
Minha conclusão é que a masturbação não deve fazer
parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, Gálatas 5:19 e I Tessalonicenses
4:3-7 são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos corpos
devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem
que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da lascívia e
da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher fazer o que é
sagrado e direito aos olhos de Deus.
Jerry White
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