terça-feira, 10 de dezembro de 2019

PROVAÇÕES


                           

     
                 Provações

A vida é cheia de provas e desafios. Todos nós temos provações, todos nós passamos por testes.  

Algumas provações podem ser causadas por conflitos de personalidades  por que temos que lidar com pessoas dificeis, algumas são causadas por dificuldades financeiras, problemas de saúde, tentações, pressões de outros para fazer o que é errado, perseguição, rejeição, provas e desafios.

Provações causam ansiedade, nervosismo, desapontamento e descontrole emocional.

Como podemos enfrentá-las com bom exito?

Sozinhos não vamos conseguir, precisamos da sabedoria de Deus. Houve um homem na terra chamado Davi. 

Este cara teve uma vida cheia de provações, um homem segundo o coração de Deus, mas morreu fiel, totalmente dependente de Deus. Davi perseverou diante das provações, a sua força estava com o Senhor (Salmo 23:1-4)

Deus cuidou de Davi no meio de tantas provações e está disposto a fazer o mesmo por nós. Deus é bom, por isso podemos conseguir seu apoio ( Salmo 34:8). 

As provações são ruíns, mas Deus permanece bom, apenas precisamos harmonizar nossa vida com sua vontade

Durante as provações Deus cuida de nós espiritualmente, nos dá direção e proteção. 

A sua palavra nos dá direção certa, o seu espírito nos consola e nos recompensa (Salmo 23:6, Salmo 25:9), também vemos a palavra de Deus nos instruir em Isaias 30:21 e Romanos 15:5

Quem decide mudar sua vida e deixá-las nas mão do Senhor, descobre que Deus cumpre suas promessas

A vida do povo de Deus sempre foi cheia de batalhas, provações, lições duras (mas quem teve coragem e permaneceram firmes, Deus honrou)  Josué 21:44-45

Isso pode acontecer conosco, haverá duras lições na nossa vida, mas se confiarmos em Deus venceremos sob provação e dificuldades. Há coisas que podem enfraquecer nossa confiança: medo, insegurança, dúvida, segurança material, falta de dinheiro – Mateus 6:24

Jesus aconselhou seus seguidores – Mateus 6:33. Temos que ser equilibrados quanto as coisas materiais e coisas espirituais para tomarmos decisões certas (Eclesiastes 7:12)

O QUE APRENDEMOS COM AS PROVAÇÕES?

Saber que Deus é bom não nos protege contra os ataques de Satanas, nem contra as adversidades da vida (Eclesiastes 9:11). As provações põe a prova a sinceridade e a determinação dos cristãos. Deus permite que seus fiéis adoradores fiquem expostos as provações

Tudo tem um motivo naquilo que nos acontece: Pedro nos ensina em 1 Pedro 1:6-7. As provações permitem que demostremos a qualidade da nossa fé e o nosso amor e dependencia de Deus

                    Qual a qualidade da sua fé?

Com a nossa fé em alta, damos respostas ao mundo, resistimos as tentações, combatemos as provações, resistimos ao Diabo, não damos espaços, tapamos as brechas, e qualquer zombaria contra nós, não prosperará (Provérbios 27:11 e Apocalipse 12:10)


As provações nos ajudam em todas  as áreas. As provações desenvolvem qualidades e virtudes cristãs: Salmos 138:6 e Deuteronomio 8:16. 

Somos humildes com nossas ações e reações, assim desenvolveremos fé, paciência, amor, dominio próprio, isso só desenvolve nas provações: Isaias 60:17 – (Mateus 24:14 e Mateus 28:19-20) - Mateus 24:45-47 – Provérbios 4:18 – 1 Pedro 1:14-16 – 2 Pedro 3:11

As provações desenvolvem em nós, uma coisa muito importante: perseverança: Tiago 1:2-3 – 1 Pedro 5:8-10 - 1 João 5:19 – Apocalipse 12:12

Quer vencer na vida, não tem moleza, não tem receita pronta de sucesso sem esforço e trabalho, passe pelas provações dando glória a Deus. Quem quer viver de milagres, sem esforço e sem trabalho, não vai conseguir nada, vença as suas provações com perseverança e confiança em Deus

Jesus venceu o mundo assim: crescendo em sabedoria, dando testemunho da verdade, suportando todo tipo de provação, perseguição, humilhação e foi para a glória, cumpriu sua missão, fez a vontade de Deus e está ao lado do Pai, reinando sobre tudo 
(Hebreus 5:8 – João 3:16)

As bençãos virão após as provações (Tiago 1:12). A recompensa virá, pois Deus é fiel para cumprir suas promessas: 
(Apocalipse 21:3-6)

Todas as provações podem ser superadas, ao seguirmos com exito os passos de Jesus, os ensinamentos de Jesus nos dão sabedoria, discernimento, prudencia e disciplina (I Corintios 4:7).


Outro exemplo de superação, um outro homem que suportou tantas provações da vida e venceu foi Jó, pois nas tribulações foi conhecendo Deus e foi fiel e integro em suas ações e reações 
(Jó 23:10)

O SANTO LUGAR



O Santo Lugar

O que era o Santo Lugar?

Era a segunda das três áreas existentes no Tabernáculo.
O que representa?
A nossa alma, pois é ali que entramos na presença de Deus. À medida que o sacerdote avançava no Tabernáculo, mais perto de Deus
estava. Enquanto que o Pátio representa o nosso corpo, o Santo Lugar representa a nossa alma e o Santo dos Santos, o nosso espírito.

Como era constituído o Santo Lugar?
Na entrada encontravam-se cinco colunas, representando os cinco Livros da Lei: Génesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronómio.
Todos os objectos existentes no Santo Lugar eram feitos de ouro, que simbolizava a divindade, a realeza e a eternidade, ou seja, Deus.
Dentro do Santo Lugar existiam apenas três elementos: a Mesa dos Pães, o Candelabro e o Altar do Incenso.

1.º ELEMENTO – Mesa dos Pães
O que significava?
Este elemento - que estava colocado no lado norte da tenda, ou seja, no lado direito da porta de entrada do Santo Lugar - significava o alimento que provém de Deus para saciar a “fome” do Seu povo. O pão representa Jesus, como o Próprio disse: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.” (Jo 6.35). Em hebraico estes pães eram chamados “pães do rosto”, da propiciação, pois representavam a presença de Deus.
Só se encontravam pães nesta mesa?
Não. Na Mesa dos Pães eram colocados doze pães sem fermento, um por cada tribo (das doze de Israel eleitas por Deus) e o vinho, representando o sangue de Cristo.

Quem é que podia comer e beber destes alimentos?
Era proibido que outra pessoa que não fosse sacerdote tocasse ou preparasse o pão e o vinho. O que nos relembra a Santa Ceia, onde apenas os sacerdotes, ou seja, os discípulos, participavam juntamente com Cristo.

2.º ELEMENTO – Candelabro
O que era?
Era uma peça única, feita de ouro, também chamado de Menorá. Era colocado no lado esquerdo do Santo Lugar, isto é, no lado sul da tenda. O Candelabro tinha sete hastes (representando o Espírito de Deus; o sete também era o número da perfeição). A sua forma e desenho fazem lembrar a amendoeira – a primeira flor que brota, na Primavera, em Israel – e representa o renascimento. O Menorá estava permanentemente aceso para iluminar o Santo Lugar. “Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo o homem.” (Jo 1.8,9).
Quem é que mantinha o Candelabro aceso?
Aos sacerdotes cabia a responsabilidade de, pela manhã e pela tarde, manter as lâmpadas cheias de óleo (acesas) e com os pavios aparados. O Candelabro era aceso apenas com o azeite da oliveira, também chamado de óleo da iluminação.
A luz que procedia do Menorá tinha algum significado?
Sim. Essa luz simboliza Jesus, pois Ele é a “luz do mundo”. “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (Jo 8.12).

3.º ELEMENTO – Altar do Incenso
Onde é que estava localizado?
Esta última peça do Santo Lugar, que era feita de madeira de acácia e banhada em ouro, estava localizada em frente ao véu que separava o Santo Lugar do Santo dos Santos.

Para que servia?
O Altar do Incenso era o local onde o sacerdote queimava o incenso, pela manhã e pela tarde, para o Senhor. O incenso queimado simboliza as orações feitas pelo povo de Deus.
Qual é a diferença entre as orações feitas no Pátio e no Santo Lugar?
As orações feitas no Santo Lugar têm uma grande diferença das que são feitas no Pátio. Enquanto que neste último oramos por nós mesmos, no Santo Lugar oramos para agradar ao Deus Eterno, pois só Ele satisfará os desejos do nosso coração.


RETARDADORES DE BENÇÃOS


Retardadores de bençãos


Dicionário Aurélio: Retardar

1)Tornar tardio; atrasar:
2)Causar o atraso de; fazer chegar ou ocorrer mais tarde; atrasar:
3)Demorar, adiar, protelar, procrastinar:
4)Fazer tardo ou menos rápido; desacelerar:
5)Causar atraso no desenvolvimento
6)Chegar mais tarde; atrasar-se.
7)Andar devagar; demorar(-se)

A Bíblia nos afirma que somos vencedores em Cristo. Não há nada que possa nos impedir de receber tudo aquilo que Deus tem para nós, pois o que Deus promete ele cumpre, ele esta conosco a cada instante de nossas vidas, ele sonda e conhece os nossos corações, por isso não temos porque temer, Deus é conosco e nada no mundo pode nos impedir. A última palavra é do senhor. Quando buscamos por algo que queremos receber de Deus, isto é, uma benção, sempre haverá impedimentos, investidas de satanás, para tentar nos impedir de conquistar aquilo que temos direito. Devemos vigiar muito e orar sem cessar.

Quando estamos em busca de uma benção, devemos tomar conhecimento de que satanás sempre tentará nos impedir de recebe-la, mas por que? Porque ele não quer ver você prosperar, ele não quer te ver ser abençoado, ele não quer ver sua família sendo restaurada, ele não quer ver a paz no seu lar, ele não quer ver a sua cura e libertação, pois o inimigo vem pra tentar nos destruir, pra desgraçar as nossas vidas e tentar frustrar os nossos sonhos. Ele não quer que sejamos mais que vencedores em Cristo. A prova disto esta na Bíblia onde diz em João 10 v 10, que diz assim:
“10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância."

Então sabemos que existirão momentos para fazer-nos desistir, haverá coisas para nos desanimar, haverá espinhos em nossas caminhadas. Mais aquele que espera no senhor e nele confia de todo seu coração, já venceu. Por isso mostre ao inimigo que ele esta derrotado. Sei que não é fácil esperar, não é fácil, mais nossa vida é uma luta constante, estamos em guerra já há muito tempo, e a nossa guerra é contra todas as potestades, haverá obstáculos, haverá mares, mais em nome de Jesus ou os mares se abrirão ou passaremos por cima das águas e aquilo que vier para tentar nos impedir cairá por terra. Nossa visão aqui na terra esta limitada, não sabemos o que vai acontecer não temos visão do futuro por isso às vezes somos tomados pela ansiedade, outro retardador de bênçãos. A ansiedade, até certo ponto é natural, mais quando passa dos limites ela atua de tal forma que não nos deixa em paz, é algo que nos perturba, e pode até nos deixar doente. A ansiedade não nos permite descansar em Deus, ela não nos deixa sentir paz e tranqüilidade, mais na Bíblia esta escrito assim, em Mateus 6v 25 ao 28;

"25 Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?.
26 Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós muito mais do que elas?
27 Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura?
28 E pelo que haveis de vestir, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como crescem; não trabalham nem fiam;"

Não deixe a ansiedade roubar a tua paz, confie no Senhor, Ele vai te dar aquilo que você tanto pedi, mais no tempo certo. Ele trabalha em silêncio e prepara nosso coração para receber a benção que Ele tem para nós. Não devemos nos preocupar com o que vai ser do amanhã, pois o amanhã ainda não existe, nem semana que vem, nem mês que vem, nem ano que vem. Não saberemos também se estaremos aqui por isso não vale a pena ficar se angustiando com um futuro que ainda não existe. A ansiedade nos impede de confiar, porque nos faz duvidar, achar que a benção esta demorando, Ou seja, a falta de paciência, a falta de perseverança, falta de fé podem também ser frutos da ansiedade.

A falta de paciência nos faz dizer ou fazer coisas sem pensar nos faz agir por impulso, a falta de perseverança nos faz querer desistir.

A falta de fé nos impede o raciocínio lógico, pois quando falta a fé, estamos duvidando de Deus, duvidando das palavras de Deus, das promessas de Deus. Sabemos que Deus não é homem pra mentir, sabemos que Deus pode fazer muito mais do que imaginamos, mais quando falta a fé, parece que nossa visão se limita mais ainda, parece que ficamos cegos, e nos esquecemos que Deus é Deus. Tem uma frase que eu ouvi que diz assim "Deus não nos livra DO problema, mas Deus nos livra NO problema". Mas, às vezes, nos esquecemos disso. Por acaso, Deus livrou Daniel Da cova dos leões? Não!!! Deus livrou Daniel NA cova dos leões, o mesmo ele faz conosco, como disse ele não nos livra DO problema, mais sim NO problema. Mesmo não entendendo a vontade de Deus, temos que confiar, pois ele sabe o que é melhor para nossas vidas, ele sabe do que precisamos e o que queremos. A falta de fé desagrada a Deus. E da falta de fé gera fraqueza espiritual, a pessoa se sente sem saída, a pessoa se sente desnorteado e perdido no mundo, não sabe o que fazer, fica sem forças pra lutar e prestes a desistir de perseverar. Deus não quer que isso aconteça com você, acredite. Deus não quer que você seja um desistente, ou um retardador de bênçãos. Deus quer fazer de você um grande vencedor.

Outro item que pode ser considerado um retardador de bênçãos é a murmuração. Isso desagrada a Deus profundamente, pois por causa disso, o povo ficou quarenta anos no deserto, já pensou nisso? Por isso meu irmão cuidado com o que fala, não fique por aí pelos cantos da casa reclamando da vida, não fique se questionando, uma coisa que eu aprendi é a não questionar a vontade de Deus, mesmo que não a entendamos, é melhor deixar Deus agir ele sabe muito bem o que faz. Tem uma frase que eu gosto muito que diz assim: "Não coloque um ponto de interrogação (?) onde Deus já colocou um ponto final(.)."

O sentido desta frase, a interpretação correta esta simplesmente em não questionar a vontade de Deus, não ficar se lamentando, ou se perguntando. Devemos saber em quem confiamos, eu sei que o meu Deus é poderoso pra fazer mais do que eu quero, é isso que devemos ter em mente. Nós como cristãos devemos ser decididos, e não duvidosos, devemos estar decididos a vencer, a conquistar a nossa benção. Devemos sair do lugar que limita a nossa visão. Não ceda, não desista, espere somente espere. Deus é Todo Poderoso, e isso nos torna vencedores também, pois somos filhos de Deus, por isso somos vencedores e não fracassados. Não deixe a tristeza bater em sua porta e te desanimar, é claro que podemos chorar, sim é lógico, pois somos seres humanos, mas logo em seguida a alegria virá, pois o Espírito Santo nos consolará, por isso meu irmão creia, confia no Senhor a tua vida e tudo o que tens, tudo o que queres, entrega a Deus, e deixe que ele lhe dirija os passos. É certo que assim serás feliz, é certo que irás prosperar, é certo que a vitória é sua e ninguém vai te tomar, ninguém vai te impedir de ser um vencedor. Simplesmente confia, simplesmente não cesse de clamar, louve ao senhor, mesmo nos momentos difíceis, glorifique, exalte, adore, e receba sua benção.

Quantas pessoas já deveriam ter recebido há muito tempo, mais pararam no meio do caminho, ou quando iam tão bem mudaram de rumo, voltaram para trás, deixaram a duvida entrar em seu coração, ou deixaram o desanimo dominar, ou a ansiedade, pararam de lutar, pararam de perseverar, quantos por aí andam frustrados, desanimados, caídos, verdadeiramente desfalecidos na fé? Quem sabe você não é um deles? Quem sabe hoje você pensou em desistir? Quem sabe você se desencorajou de lutar? Talvez você tenha pensado que Deus já não te ouve mais. Talvez você tenha pensado que tudo o que você faz para Deus é em vão, mais amado, não pense assim, não deixe esses pensamentos te dominarem, não duvide do que Deus tem pra você. Onde anda a tua fé? Cadê a sua perseverança? Cadê a sua força de vontade? Onde esta a sua confiança em Deus? Cadê a sua ousadia? Deus quer te dar uma vida com qualidade, uma vida formidável, Deus quer te livrar de uma vida medíocre.Ele quer te dar a vida eterna.

Deus quer te dar a vitória, ele não quer que você seja um perdedor, Deus não quer que você desista, não olhe para as circunstancias, não olhe para os lados, meu amado irmão, não olhe para trás, Deus não te trouxe ao mundo para se estatua de sal, Deus tem um plano para sua vida. Receba aquilo que Deus tem para você, não abra mão de lutar, não abra mão de perseverar, confie em Deus e grandes coisas ele fará por você. Não atrase a sua benção, não a retarde, duvidando, desconfiando de Deus, achando que já perdeu, ou desistindo de lutar, seja você um guerreiro, seja um guerreiro do Senhor. Não desista de vencer, não perca a visão, não seja cego, contemple o que Deus vai te dar. Ouse vencer, ouse triunfar, mostre a todos que em Deus você pode tudo, mostre a todos o poder de Deus o que Ele pode fazer na sua vida, seja um vitorioso, e seja abençoado.


Vença e nunca se dê por vencido. Creia que as portas serão abertas, creia que Deus está contigo. Comece a ser vitorioso, comece a ser um abençoado, em nome de Jesus. Tome posse da sua vitória, e Deus te fará um vitorioso, mais que vencedor.

E que em tudo o nome do Senhor seja glorificado.


RIQUEZA E DINHEIRO


Riqueza e dinheiro (bens materiais)

1 Timóteo 6:9,10,17

Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos;

Lucas 12:16-21

Propôs-lhes então uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produzira com abundância;
e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos.
Disse então: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens;
e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te. Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

Tiago 4:13-15

Eia agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos.
No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece.
Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo.

Lucas 16:19-31

Ora, havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos os dias se regalava esplendidamente.
Ao seu portão fora deitado um mendigo, chamado Lázaro, todo coberto de úlceras;
o qual desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as úlceras.
Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado.
No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio.
E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de igual modo os males; agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado.
E além disso, entre nós e vós está posto um grande abismo, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem os de lá passar para nós.
Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,
porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham eles também para este lugar de tormento.
Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
Respondeu ele: Não! pai Abraão; mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, hão de se arrepender.
Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.

Salmos 39:6

Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará.

Salmos 52:7

Eis aqui o homem que não tomou a Deus por sua fortaleza; antes confiava na abundância das suas riquezas, e se fortalecia na sua perversidade.

A PRESENÇA DE DEUS

 A PRESENÇA DE DEUS

 TEXTO: Hebreus 10:19-25


OBJETIVO: Compreender que estar e entrar na presença de Deus, é um privilégio para nós.

CONTEXTO:

·         Muitas pessoas tem tido dificuldade para desfrutar desta presença continuamente, por serem tímidos e não reconhecerem ou não entenderem o sacrifício de Jesus na cruz.

·         Essas pessoas ainda não encontraram sua identidade em Cristo, estão presas ao natural, preocupadas em resolver, esquecendo-se de quem são em Cristo.

·         Deus anseia que entremos em sua presença (Tg. 4:5), e muitas ficam olhando suas fraquezas, suas debilidades, achando-se incapazes e desejam entrar mas não encontraram a maneira.

·         Mas Deus em Sua Palavra nos diz, que é nas nossas fraquezas que ele nos aperfeiçoa, o que temos que aprender é entregar tudo nas mãos dele e deixar que Ele nos trate, para desfrutarmos de Sua presença.

·         A maneira correta de desfrutar completamente desta presença, está nos versos 22 à 25. Ai está a chave da vitória, permanecer firme, pois aquele que prometeu é fiel em cumprir.

CONCLUSÃO

Muitos ainda estão presos, atados, porque estão tendo dificuldade em morrer para a velha natureza, isto exige renúncia, pois quando entramos na presença de Deus, o pecado já não tem mais graça.

 APLICAÇÃO

Viva na dependência do Senhor entregando tudo a Ele (Sl. 37:5); buscando de todo coração (Mt. 6:33), pois estes verão a Deus (Mt 5:8), e desfrutarão da sua presença.




OS TRÊS PROPÓSITOS DA IGREJA


Os três propósitos da Igreja


Base Bíblica: João 4 23.

Base de Apoio: Mc. 12:30,31

Alvo Geral: A Igreja cresce conforme sua santidade.

Alvo específico: Para ir para fora temos que arrumar dentro primeiro.


O 1º Propósito da Igreja é a Adoração, Jo. 4 23

Talvez seja o mais fácil ou o mais exercido porque fala de Adoração de busca constante pela presença do Senhor, não vamos entrar em méritos sobre qual adoração é correta o objetivo da mensagem não é este, e sabemos que cada igreja, ministérios, comunidades, pessoas, grupos ou até mesmo os incrédulos tem a sua própria adoração a Deus.

Uma igreja tradicional vai a adorar a Deus conforme seu costume e sua doutrina a mesma coisa acontece com os renovados e os pentecostais.

A mulher samaritana questionava o Senhor Jesus sobre onde deveria acontecer a Adoração a Deus e Ele respondeu: Jo. 4 23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Ou seja adoração não seria mais em lugares específicos como Jerusalém ou nos montes e sim em todo o mundo porque não importa seu estilo de adoração mas o que importa é que seja feita em espírito e em verdade.

Nos seres humanos fomos criados para adorar a Deus e como diz o Salmo 96: 2 Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome; anunciai de dia em dia a sua salvação.3 Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas. Somos adoradores de Deus isso é o que mais importa neste propósito. Podemos adorar á Deus com cantos, anunciando as suas maravilhas, com danças, com gestos, com teatro, com tantos outras coisas que seria quase impossível definir a verdadeira Adoração. Mas quando você for para a igreja vá para adorar ao Senhor porque Ele é bom.

O 2º Propósito da Igreja é Manter Comunhão uns com os outros. I Jo. 1: 7

O Apóstolo João disse: I Jo. 1: 7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.

Esse propósito é uma das definições de culto a Deus manter comunhão é o nosso propósito é a nossa essência, como poderemos salvar um mundo perdido se não conseguimos manter comunhão entre nós mesmos. Como manter comunhão se não oramos uns pelos outros.

Esse propósito define quem somos, uma Igreja unida ou uma Igreja dividida.

É muito ruim quando você congrega em igreja que tem as famosas panelinhas, ou os grupinhos.

A desunião é a maldição das igrejas de hoje, imagine os jovens não aparecem nos culto de oração, as mulheres não aparecem na escola bíblica dominical, os obreiros não vão aos cultos da mocidade. Então quando chega o culto de domingo, estão todos lá como se nada tivesse acontecido como se a comunhão não fosse abalada, mas na verdade não existe comunhão.

Como você sabe se sua igreja não é unida? É simples a resposta, quando você ver falta de colaboração nas festividades entre os próprios irmãos da igreja isso é um sinal que não há comunhão na igreja. A forma que a igreja recebe os visitantes também demonstra sua comunhão.

O Senhor Jesus Cristo disse: Mc. 12: 31 E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.

Temos que amar uns aos outros esses é um mandamento, quando á amor na igreja, a comunhão é uma conseqüência. No congresso de jovem você vê as irmãs empenhadas em trazer seus filhos, no congresso de mulheres os jovem fazer o possível para trazer a suas mães ou seja quando a comunhão automaticamente crescer o amor entre os irmãos e o Senhor Jesus diz a nos Jo. 13:35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.

Na Palavra de Deus está escrito em Romanos 13: 8 A ninguém devais coisa alguma se não que ameis uns aos outros.

Quero te fazer lembrar que amor engloba várias coisas entre tantas o cuidar é uma delas quem ama cuida, e quando você cuida da comunhão promovendo eventos que uni os irmãos então Cristo agradece com uma harmonia entre a Igreja e o Espírito Santo, trazendo um amor pelos não cristão.

Quando conseguimos cumprir o segundo propósito o terceiro passa a ser uma tarefa prazerosa, amar os perdidos, se preocupar com a salvação deles alegra o coração de Deus.

O 3º Propósito da Igreja é Fazer discípulos. Mt. 28: 19 – 20.

Antes de você sair para evangelizar você deve se fazer as seguintes perguntas:

Como era minha vida antes de conhecer Jesus. Como percebi que precisava de Jesus.

Como comprometi minha vida com Jesus. A diferença que Jesus faz em minha vida.

Vão e façam discípulos: você foi feito para uma missão; então o terceiro propósito da igreja é compartilhar a mensagem de Deus por meio da Evangelização. At. 1: 8 Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra. Você deve compartilhar três mensagens de Deus para o Próximo 1. a mensagem da Cruz, 2. seu testemunho de vida, 3. Suas experiências com Deus.

1. A Mensagem da cruz. Não pode ser teológica, nem tão pouco teses pessoais, nunca opinião própria e sim a mensagem verdadeira Cristo morreu para perdoar pecados e ressuscitou para de dar a vida eterna. I Jo. 1:7 > mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.

2. Seu Testemunho de Vida. Conte a história de como você iniciou seu relacionamento com Cristo. Suas lições de vida que Deus lhe ensinou. Sua paixão de origem divina, as questões pelas quais você mais se interessa segundo a forma que lhe deu. As boas novas as mensagem da Salvação. Rm. 10: 9 Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo;

3. Suas experiências com Deus. Por exemplo: a primeira vez que você sentiu a presença do Espírito Santo, as experiências com Deus com livramentos, bênçãos, alegrias, etc.

Que Deus abençoe a todos nos e que possamos cumprir esses propósitos na sua igreja.


A FINALIDADE DA CRUZ




A Finalidade da Cruz


Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim...” (Gl 2.19b-20).

A ilusão do "símbolo" do cristianismo
Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.
Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema. A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

A "palavra da cruz": poder de Deus
Paulo afirmou que a “palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: “venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.1-4). Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); “é o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv 17.11).
Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus
Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é “enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto” (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre. Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração? Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!
Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.

A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados
Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa. A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos. Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e “sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado” (Is 53.10); Deus fez “cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (Is 53.6); e “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados” (1 Pe 2.24).
A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão. O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados [“Se possível, passe de mim este cálice!” (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido. Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria. Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!
Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores. Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.

Cuidado: não anule a cruz de Cristo!
A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz “com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo” (1 Co 1.17). Muitos pensam: “É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente. Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade. Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas? E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança? Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!” Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.
Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu: “Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz”.

A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo
Eis o “x” da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava: “Estou crucificado com Cristo”. A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar “o poder da sua ressurreição” (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados. Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de “nova cruz”.
Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também. Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.
Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos. Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle: “...julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Co 5.14-15).
“Mas eu não estou morto”, é a reação veemente. “O eu ainda está bem vivo”. Paulo também reconheceu isso: “...não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.19). Então, o que é que “estou crucificado com Cristo” realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente “mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus” (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.

O poder sobre o pecado
Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui? Primeiramente, temos paz com Deus “pelo sangue da sua cruz” (Cl 1.20). A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. “Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.23), disse o nosso Senhor. Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.
Em segundo lugar, ao invés de “dar duro” para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.
Em terceiro lugar, depois de declarar que estava “crucificado com Cristo”, Paulo acrescentou:  “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20). O justo “viverá por fé” (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.

A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz
Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida. Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito. Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.
Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: “Está consumado” (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente. Entretanto, o novo Catecismo da Igreja Católica diz: “Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus” (parágrafo 1414, p. 356). Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada. A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz! O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

Segurança para o presente e para toda a eternidade
Muitos protestantes vivem em incerteza semelhante, com medo de que tudo será perdido se eles falharem em viver uma vida suficientemente boa, ou se perderem sua fé, ou se voltarem as costas a Cristo. Existe uma finalidade abençoada da cruz que nos livra dessa insegurança. Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que “foram crucificados com Cristo” ser “descrucificados” e aí “recrucificados”! Paulo declarou: “porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus” (Cl 3.3). Que segurança para o presente e para toda a eternidade!

Dave Hunt

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